Informações da atividade e da gestão
- Dados do empreendimento
- Resíduos e quantidades estimadas
- Procedimentos e responsáveis
- Destinações e controles previstos
Elaboramos e atualizamos o Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos, estruturamos as informações da atividade e orientamos os procedimentos aplicáveis à gestão, à regularização e à rastreabilidade dos resíduos.
Luciano apresentará o PGRS, os principais enquadramentos e a forma como a equipe conduz o serviço.
O plano transforma a rotina do empreendimento em procedimentos claros, desde a geração até a comprovação da destinação ambientalmente adequada.
O plano identifica as áreas geradoras, os processos envolvidos e os resíduos produzidos em cada etapa da atividade.
O plano aplicável varia conforme a atividade e as características dos resíduos gerados.
Aplicável a atividades geradoras de resíduos que precisam organizar, documentar e controlar o manejo, o transporte e a destinação.
O enquadramento deve ser avaliado caso a caso pela equipe técnica.
Selecione um setor para visualizar situações comuns de aplicação do plano.
O plano pode ser necessário para organizar resíduos comuns, recicláveis, industriais, perigosos e materiais provenientes das rotinas de manutenção.
Um processo técnico estruturado para transformar as informações da operação em um plano aplicável à rotina do empreendimento.
Conhecemos a operação, as áreas geradoras, os fluxos internos e os procedimentos já adotados pelo empreendimento.
Quando aplicável, a equipe organiza as informações para os cadastros exigidos e orienta os procedimentos relacionados ao SINIR, ao MTR e a outros sistemas definidos pelo órgão competente.
A necessidade de cadastro, o sistema utilizado e as obrigações de cada agente variam conforme o enquadramento, a localidade e o órgão competente.
A diferença não está apenas na existência do documento, mas na capacidade de comprovar como os resíduos são gerenciados.
A ausência de procedimentos definidos pode gerar exigências, dificultar licenciamentos e deixar o empreendimento sem comprovação adequada da destinação.
O documento reúne os procedimentos, responsabilidades e controles necessários para orientar a gestão na prática.
Identificação das áreas geradoras, resíduos produzidos, características, quantidades estimadas e formas atuais de gerenciamento.
Responsáveis técnicos e equipe de projetos atuam de forma integrada na organização, no desenvolvimento e no acompanhamento das demandas ambientais.

Engenheiro Florestal | Responsável Técnico
Profissional formado pela Universidade de Brasília (UnB), com especialização em Avaliação de Fauna e Flora para Estudos Ambientais e MBA em Perícia, Auditoria e Gestão Ambiental.

Engenheiro Civil | Responsável Técnico
Engenheiro Civil, pós-graduado em Engenharia de Segurança do Trabalho e especializado em Agrimensura e Pavimentação Asfáltica. Possui mais de 15 anos de experiência em topografia, geoprocessamento, drenagem e obras de infraestrutura.

Cientista Ambiental
Gestora de Projetos

Cientista Ambiental
Gestora de Projetos

Assistente de Projetos
Equipe técnica
Informações iniciais para compreender o serviço, o enquadramento e a documentação necessária.
O prazo depende da complexidade da atividade, da área, dos resíduos e da documentação disponível. Após a avaliação inicial, a equipe informa o cronograma do serviço.
Não necessariamente. A obrigatoriedade depende da atividade, do tipo e volume de resíduos, da legislação local e das exigências do órgão competente.
Não. O plano é um instrumento próprio de gerenciamento e pode integrar processos de licenciamento, alvará ou regularização, conforme o caso.
O PGRS organiza a gestão de resíduos de diferentes atividades; o PGRSCC é direcionado aos resíduos da construção civil; e o PGRSS estabelece procedimentos para resíduos gerados por serviços de saúde.
Isso varia conforme a atividade, a localidade e o procedimento exigido. A equipe verifica a necessidade de cadastro, protocolo, análise ou atualização.
Normalmente são solicitados dados da empresa, descrição da atividade, plantas ou croquis, licenças existentes, informações operacionais e dados sobre a geração e a destinação dos resíduos.
Nos sistemas em que o MTR é exigido, a emissão cabe ao gerador antes do envio da carga. Transportadores e destinadores participam do fluxo e devem cumprir as obrigações aplicáveis ao seu perfil.
Pode ser necessário atualizar o plano quando houver mudança de atividade, processos, resíduos, fornecedores, destinações, legislação ou exigência do órgão competente.
Para elaborar, atualizar ou adequar o PGRS, nossa equipe avalia a atividade, identifica as necessidades do empreendimento e orienta os próximos passos.
Conte sua necessidade para avaliarmos a melhor forma de conduzir a demanda.
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